A crescente pressão para escolher uma carreira cedo, somada ao excesso de estímulos digitais, agendas lotadas e comparação social, tem gerado um cenário alarmante: o número de adolescentes com sintomas de ansiedade, autocrítica extrema e sensação de inadequação só aumenta no mundo todo.
Segundo especialistas, o cérebro em desenvolvimento nessa fase é especialmente vulnerável a estressores externos. “O adolescente de hoje está sendo preparado para performar, não para se conhecer. Isso gera um vazio interno, um cansaço emocional e escolhas profissionais que muitas vezes não refletem quem ele é”, explica Denise Berghahn, especialista em Neurociência e Desenvolvimento Humano, com formação internacional e atuação nos Estados Unidos.
Criadora do método Neurovocacional, Denise defende que antes de qualquer decisão sobre o futuro, é fundamental que o jovem desenvolva autoconhecimento e receba suporte emocional. Seu trabalho une neurociência, inteligência emocional e as inteligências múltiplas para ajudar adolescentes a entenderem como seu cérebro funciona, quais são suas forças naturais e o que realmente os motiva.
“Muitos chegam a mim com medo de decepcionar os pais, sem saber o que gostam de verdade. Quando identificam seus talentos e aprendem a escutar sua própria voz, tudo muda — a ansiedade diminui e a confiança aumenta”, afirma.
Denise também orienta os pais com base na educação neuroconsciente, para que deixem de repetir padrões herdados e consigam apoiar emocionalmente seus filhos de forma mais eficaz. Para ela, compreender o cérebro é o primeiro passo para educar com mais empatia, clareza e conexão.
O alerta é claro: se queremos jovens mais saudáveis e preparados para o futuro, precisamos investir menos em pressão e mais em consciência.
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